• As reflexões neste Blog se justificam por princípios bíblicos e são direcionadas para uma leitura cotidiana.
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  • Somente a Palavra de Deus, em sua autoridade e suficiência, pode guiar todo homem no caminho do verdade.

A Igreja na Missão de Deus


“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em menu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre os enfermos, eles ficarão curados. De fato, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à destra de Deus. E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam” - Marcos 16:15-20

A evangelização do mundo, como sabemos, não é uma opção entre tantas que existem, tampouco um departamento da Igreja. Quando tratamos este tema tratamos da base teológica, a respeito da qual podemos afirmar que é o dever de todo cristão verdadeiro, acima de qualquer opção na vida ou departamento na estrutura organizada de uma igreja local. Esta tarefa não pertence somente àqueles que foram designados por dons e reconhecidos através de cargos oficiais da Igreja, mas especialmente, no que se refere à função, a todos que receberam a dádiva da salvação, tornando-se testemunhas pessoais do poder do Evangelho de Jesus Cristo!

Um das maiores necessidades da Igreja atual é de pessoas comprometidas com a missão de Deus, além da estéril consciência deste dever.

Nos últimos momentos do Seu ministério terreno, Jesus concentrou esforços na intimidade com os discípulos e os instruiu, mais intensamente em face dos sofrimentos que se aproximavam, para definir a tarefa de testemunharem a todo o mundo o plano divino da salvação a todo o que cresse. Também, deveriam orientar os novos crentes para viverem obedientemente a Deus. Esta missão era a Sua missão através deles, como ainda é através da Igreja edificada em Seu nome!  

Todos que aceitam publicamente a Jesus Cristo como Salvador se torna testemunha das boas-notícias da salvação. Esta é a vocação universal dos crentes verdadeiros, onde estão e para onde Deus os enviar.

O que nos resta em face de tão clara verdade bíblica é a obediência.

Aproveitemos todas as oportunidades em nossa volta e em todos os nossos dias, como luzeiros no mundo que se encontra em meio às trevas da ignorância e rebelião a Deus. Pois onde o Evangelho é anunciando há esperança de salvação!

Com amor.

Ericson Martins

Reagindo ao cansaço da alma


Já se sentiu cansado, chegando a pensar em desistir de tudo e ir a um lugar distante, onde pudesse recomeçar a vida do zero? Pois é, esta sensação advém da desmotivação de continuar percorrendo o ciclo das rotinas diárias, cuja finalidade, por vezes, parece não haver sentido. 

Em geral, o cansaço emocional é o resultado inevitável de esforços pessoais prolongados; de sucessivas frustrações no trabalho, nos estudos e até mesmo na família; de eventos combinados que parecem conspirar contra a nossa paz; de sofrimentos internos contidos pelo medo das reações que as pessoas terão; etc. Nestes casos, pouco a pouco, percebemos uma baixa gradativa na disposição e na alegria que antes nos levava a superação das dificuldades com bravura e destemor. 

Estas experiências não podem ser subestimadas, especialmente porque drenam nossa vitalidade espiritual, tornando-nos inconstantes ou indiferentes em relação a Deus, leitura da Bíblia, oração, serviço cristão, contribuição e participação nas atividades da Igreja.

Na Bíblia encontramos o registro de diversos personagens que viveram situações de esgotamento, demonstrando quão profundas eram suas limitações, fraquezas e miséria. É o caso do autor, por exemplo, relatado no Salmo 42, entre os filhos de Coré (Êx 6:24; 1 Cr 6:31-37). A sua alma estava abatida (v. 5, 6 e 11) por causa da opressão dos seus inimigos que insultavam sua fé (v. 3, 9-10) e tudo isto afetou sua vida espiritual. Ele se angustiou entre o sentimento de ausência da presença de Deus e a convicção de estar nela. Perguntou: “quando irei e me verei perante a face de Deus?” (v. 2), depois: “Contudo, o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia, e à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida” (v. 8). É claro que as contingências da vida impactam nossas disposições e percepções. E não estamos imunes às aflições espirituais resultantes delas. 

Como poderíamos reagir em meio ao cansaço emocional? 

O Salmo 42 diz que o autor desejou a presença de Deus (v. 1-2), expôs as suas angústias em lágrimas (v. 3), se lembrou das boas experiências vividas (v. 4 e 6), esperou pela resposta ao seu sofrimento (v. 5 e 11) e contou com a misericórdia de Deus em oração (v. 7-10). Além destas experiências, atentemos para as lições que emergem somente das circunstâncias de aflição, para nos tornar mais pacientes e sábios, desenvolvendo em nós resistência emocional e maturidade para entender e auxiliar outros. Lembremo-nos, também, que nunca estamos sozinhos nestas angústias. Homens e mulheres santas do passado passaram por situações semelhantes e até mais intensas que as nossas. 

Se ainda não conseguimos enxergar uma solução em curto prazo, não desistamos, pelo contrário, esperemos, como o salmista fez entre tantas perguntas sem resposta (sete ao todo), pois Deus ainda quer agir em nós exatamente nestes momentos, transformando fraquezas em forças, dúvidas em convicções, tristezas em alegrias, frustrações em benefícios que nos acompanharão por toda a vida!


Com amor.

Ericson Martins

Tratando a ansiedade com orações


Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.  Filipenses 4:6-7

Em determinada ocasião, na Igreja em Filipos, Evódia e Síntique (auxiliares de Paulo, Clemente e outros no trabalho missionário, v. 3) estavam enfrentando um claro conflito pessoal, colocando em risco a unidade da Igreja; possivelmente a causa era uma discórdia doutrinária, pois a exortação foi para reconciliarem seus pensamentos (v. 1). 

Em razão das tensões que envolveram estas conhecidas e respeitadas mulheres, Paulo apelou ao seu “companheiro de jugo” (v. 3) que as auxiliasse nesta reconciliação, a fim de pacificar o clima de ansiedade que aumentava na Igreja. Depois de destacar a importância da alegria (v. 4) e da moderação diante dos homens (v. 5), a todos foi recomendado que não andassem ansiosos, mas apresentassem a Deus os seus pedidos, pela oração e pelas súplicas, com ações de graças (v. 6). Ele sabia que, fazendo assim, Deus restabeleceria a paz e a harmonia que se deterioravam pela ansiedade. 

Conflitos quase sempre saem do nosso controle e nos expõem aos perigos do enfraquecimento espiritual. Podem ocorrer entre cônjuges e com os filhos, com irmãos na igreja, com interesses e finanças pessoais, com as tentações deste mundo... . Quando a relação com pessoas não vai bem, a relação com Deus sofre os seus efeitos (Mt 5:23-24; 1 Jo 4:20) e vice-versa (Fp 2:1-4). Tendo em vista que os conflitos podem furtar a prudência e o bom senso cristão na busca de soluções, levando-nos a uma vida imersa na ansiedade, Paulo recomendou: 

(1) Em tudo, porém sejam conhecidas diante de Deus, as vossas petições. Este texto nos ensina como viver uma vida de paz. É através da relação de confiança em Deus, estabelecida pela oração. O verso anterior diz: “Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor” (Fp 4:5 cf. Mt 6:31-33). Deus é presente em todas as situações da nossa vida. Sofremos, muitas vezes, por não confiarmos n'Ele e a Ele as nossas necessidades. Também, por não priorizarmos esta busca. Podemos até solucionar alguns conflitos externos, mas somente Deus pode dar a paz que necessitamos no coração e mente em situações de grandes ansiedades (Fp 4.7). Quando Paulo diz em tudo, significa que todas as nossas necessidades devem ser apresentadas a Deus. Das pequenas ou insignificantes às mais urgentes e importantes, pois tudo recebe o amoroso cuidado e atenção do Senhor.

(2) Pela oração e pela súplica, com ações de graças. A “oração” é uma palavra que envolve diversos princípios na Bíblia. Ela possui um conceito geral, mas o significado simples é “dirigir-se para falar”. Em Mt 6:9-13, Jesus ensinou que antes de dirigir-nos ao Pai para apresentar necessidades (v. 11-13), devemos adorá-Lo por quem Ele é (v. 9-10). Este princípio revela-nos que devemos contemplar a Deus primeiro, antes de contemplarmos a nós mesmos, pois Ele é o foco central da nossa fé e não as diversas tensões que temos de lidar frequentemente. Reconheçamos, com humildade e submissão, pela oração e pela súplica, as virtudes do Seu caráter e governo. Esse é um dos princípios essenciais da oração, segundo o ensino de Jesus (Mt 6:6-8). Paulo submete a oração e súplica às ações de graças, que são a atitude sincera daqueles que verdadeiramente confiam em Deus e esperam, com gratidão, as respostas da Sua inefável bondade.

Com amor.

Ericson Martins

Sabedoria no Lar


Certamente esta obra será muito útil aos pais, especialmente aos que desejam guiar seus filhos no caminho que devem andar, ou seja, no caminho do temor do Senhor.

Esperamos que Deus use esta publicação como uma verdadeira ferramenta para edificação das nossas famílias, e assim, sejamos bem orientados na mente e nas ações cristãs, dentro de casa.

Após a data do seu lançamento, o livro poderá ser adquirido através do website da Editora Cristã: www.editoracrista.info

Aguardem!


Ericson Martins

Paz nas aflições


O sofrimento é uma experiência que já vivemos ou viveremos, se é que já não estamos no meio dele. Aliás, o crente em Cristo não está imune às tempestades assoladoras deste mundo, principalmente por sua confissão de fé! Por isso, os discípulos foram prevenidos quanto às intensas repressões externas que se levantariam contra a Igreja, e encorajados frente à essas reais possibilidades.

Vivemos num contexto de valores onde as forças do pecado governam as motivações e condutas, onde a norma da justiça é subordinada aos devaneios absurdos da parcialidade, e onde há competição por evidência pessoal e muita ganância. Além disso, a verdade é distanciada pela relatividade, a essência é julgada pelas aparências e a fé em Cristo perseguida pela crueldade. Nessas circunstâncias o sofrimento se torna necessário para derrubar os pilares da ostentação humana, os quais sustentam a impiedade. Nesse meio, os crentes em Cristo estão vulneráveis à difamação, ridicularização e aos preconceitos por confessarem a sua fé, em ambientes públicos e privados das suas relações, às vezes sentindo-se injuriados. São perseguidos por causa da justiça. Sofrem calamidades, inseguranças políticas, perdas materiais, retaliações discretas, abandono de pessoas que amam, são alvos de falsos testemunhos e se sentem vítimas reais de um processo aparentemente descontrolado. Entretanto, Cristo sofreu por nós e, na cruz, venceu e garantiu a mesma vitória para os que Nele creem.  

“Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” - João 16:33

Este texto destaca a centralidade de Jesus no meio das provações. Ele dá paz aos que sofrem por defenderem o evangelho da sua cruz. Não podemos desassociar o verso 33 do verso 32. Jesus disse que seria preso, condenado injustamente e crucificado, e seria abandonado pelos seus discípulos, mas não pelo Pai. Esta união com o Pai o fortaleceria nos mais humilhantes sofrimentos. Ele nunca perdeu a percepção de que o Pai estava ao Seu lado.

Quando estamos sob profundas tensões facilmente perdemos a segurança e não são poucas as vezes em que deixamos de enxergar o caminho pelo qual devemos perseverar. A paz ou a confiança que Jesus reivindicou mantém a percepção de que Deus, soberanamente, pode tornar o “mal” em bem e serve como uma bússola apontando para a direção segura e estável, reservada àqueles que se encontram unidos a Ele. Esta paz é o princípio da perseverança. É a firme convicção de que Deus garante o bem que o mundo ainda não conhece, e que é capaz de fazer-nos superar as provações, gloriosamente (2 Co 4:16-17). Cristo sofreu e venceu, aqueles que Nele creem sofrem, mas não permanecem no sofrimento, pelo contrário, têm a vitória garantida além das aflições.

Em meio aos sofrimentos por causa da nossa confiança no testemunho da Palavra de Deus, resistamos às tentações da precipitação, do abandono da fé e dos acordos com a incoerência. Aguardemos, em oração, pelas ações poderosas de Deus em nossos corações e em nossas circunstâncias, pois as aflições são transitórias, mesmo quando parecem intermináveis ou sem solução. 

Que a paz, por meio da qual Cristo venceu, reine em nossos corações!

Com amor.

Ericson Martins
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Mantendo o foco certo


Você já se sentiu perdido ou confuso em meio a uma quantidade enorme de alternativas ou informações? Pois bem, são nesses momentos que mais nos sentimos inseguros e não são poucas as vezes que nos precipitamos em palavras ou deixamos de fazer o que devemos fazer. No contexto da relação familiar, entre pais e filhos, situações assim se tornam ainda mais sérias, visto que os nossos erros podem afetar todo o curso de vida dos nossos filhos.


“Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o seu coração, 
de toda a tua alma e de toda a tua força” 
Deuteronômio 6:5

A Bíblia ensina que a nossa prioridade número um é amar o Senhor acima de todas as pessoas, funções e coisas, porque Ele tem a primazia sobre todas elas. É neste sentido que refletiremos aqui sobre algumas iniciativas que podem nos ajudar a manter o foco certo na relação pais e filhos.

1. Oremos por nossos filhos e com eles. A oração é uma comunicação direta com Deus. Ele é a fonte da vida espiritual e Autor da nossa salvação. Se quisermos ver os nossos filhos guiados pelo caminho da salvação, precisamos procurar a ajuda certa, que é a graça de Deus aplicada pelo Espírito Santo, a qual converte corações resistentes em corações cheios da confiança na obra redentiva de Cristo.

2. Ensinemos, frequentemente, a Palavra de Deus a eles. A Bíblia é fonte de sabedoria e capaz de nos corrigir, convencendo-nos a abandonar qualquer estilo de vida que seja incompatível com a santidade de Deus. Sem o conhecimento da verdade, nossos filhos perdem a grande chance de temerem ao Senhor e de saberem como responder às tentações deste mundo. Ela é como um mapa nas mãos de um peregrino, sem ele todos os caminhos são iguais, mas os seus destinos são completamente opostos entre a vida e a perdição eternas. Dediquemo-nos ao ensino, em casa e semanalmente, com tempo reservado para este fim, não nos omitamos de tão importante tarefa.

3. Criemos normas claras para a convivência familiar. Elas fornecem organização de horários, pacificam relacionamentos, protegem a autoridade dos pais e os filhos de armadilhas que não percebem, os preservam da indiferença pessoal, são eficazes para definir os limites toleráveis no trato uns dos outros, estabelecem um padrão que servirá de referência no curso da vida, discernem entre o que é permitido e não que não é, entre o que agrada a Deus e que o desagrada. Além de normas nestes sentidos, criemos normas afetivas na família, como: nos abraçarmos e nos beijarmos todos os dias. Pois, enquanto o afeto diminui, aumenta a falta da mútua preocupação, o desrespeito e discussões ofensivas. Aos poucos pais e filhos e a relação entre irmãos se tornam mais distantes uns dos outros.

Se observarmos, pelos menos esses três focos, certamente a nossa vida familiar será mais preservada da tentação de não nos submetermos a Deus para nos sujeitarmos às ambições do nosso próprio coração, nos precipitando em experiências tristes, cujo maior prejuízo seria dos nossos filhos.

Que Deus nos desperte para termos o foco certo! 

Com amor.

Ericson Martins
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A Igreja de Antioquia


A Igreja de Antioquia (Síria), nos primórdios do Cristianismo, sob a atuação do Espírito Santo, viveu experiências de crescimento no ensino da doutrina e na evangelização que ainda serve de modelo para a Igreja da atualidade. Assista esta mensagem e compartilhe-a em suas redes sociais:

Tempo: 30 minutos


Com amor.

Ericson Martins

Lançamento de livro


Apresentação do mais novo lançamento da Editora Cristã: Discipulado Bíblico - Guia de Estudos Bíblicos (Vol. 3). No vídeo abaixo (8min), toda a Série é apresentada com uma breve descrição de cada livro. 

Que este seja um útil instrumento para o fortalecimento da fé e para o serviço ao nosso Deus!


Para adquirir a Série, acesse: 

CURTA a página no Facebook da Editora Cristã:

O nascimento e a missão de Jesus



O nascimento de Jesus nos trouxe a viva esperança da salvação e a Sua missão garantiu que esta salvação de Deus fosse eternamente eficaz. Somente Jesus pode nos reconciliar com Deus e Ele é digno de toda a nossa adoração, especialmente contra as tentações de fim de ano, quando o Natal recebe tantos significados além do que a Bíblia nos revela. Assista esta mensagem e compartilhe-a com as pessoas que conhece.

Tempo: 17 min.


Com amor.

Ericson Martins

Discipulado Bíblico (Vol. 3)


Com muita satisfação comunico que no dia 27 de Dezembro (próximo domingo), na Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia (Rua 71 c/ Rua 68, n. 99, Centro, Goiânia-GO), a Editora Cristã estará lançando mais um livro da minha autoria, para o discipulado em nossas igrejas, o terceiro e último da Série.

Na ocasião, o preletor será o Rev. Augustus Nicodemus Lopes e o livro será disponibilizado logo após o culto noturno (19h). Prestigie!!!

A partir dessa data você poderá adquirir, também, através do website da Editora: www.editoracrista.info

A missão para a qual Jesus enviou os Seus discípulos combinou a evangelização e o ensino (Mt 28:18-20). É tão importante para a Igreja evangelizar os perdidos, quanto ensinar os alcançados. A falta de uma destas ações inibe o crescimento da Igreja ou superficializa o testemunho cristão.

Devemos erguer os nossos olhos e contemplar a extensa “seara” diante de nós, prontos para trabalhar conforme o Senhor nos enviou. Não podemos mais adiar este dever culpando a falta de capacitação ou de material apropriado.

Este livro faz parte da série Discipulado Bíblico, composta por três volumes: o primeiro serve a nossa necessidade de capacitação pessoal e os demais para o exercício do discipulado, durante dois anos, através de 64 estudos bíblicos, todos aplicados a devocionais semanais e conselhos práticos que poderão ser registrados no próprio livro.

O discipulado bíblico exige que cada cristão verdadeiro ajude a outros, numa relação pessoal, a crescerem na fé, pelo ensino e pelo testemunho, assim como Jesus demonstrou.”

Com amor.

Ericson Martins

Sede agradecidos


A inclinação da natureza humana é, também, de ingratidão. Esta é a base da murmuração e da rebeldia em toda a história. A sabedoria bíblica nos adverte a corrigirmos a conduta das nossas motivações e ações, praticando a gratidão a Deus e às pessoas que, bondosamente, nos fazem o bem. Esta mensagem é baseada no Salmo 30.

Tempo: 28 min.

CORREÇÃO: Taj Mahal está localizado em Agra-Índia, e não na China. Esta foi uma falha na comunicação]



Com amor.

Ericson Martins
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Prevenir é melhor que remediar


“Tesouro desejável e azeite há na casa do sábio, mas o homem insensato os desperdiça” Provérbios 21:20

Você já ouviu o provérbio popular que diz: “Prevenir é melhor que remediar”? Pois bem, ele diz que ao sabermos de riscos iminentes, devemos antecipá-los com ações sabiamente firmes e preparatórias, suficientes para evitarmos o que ameaça a segurança do que é importante para nós.

As recentes estatísticas econômicas brasileiras, veiculadas frequentemente pelos órgãos de comunicações, afirmam que o Brasil está vivendo os índices mais pessimistas, desde a década de 1990 (The Economist apud UOL Economia). Não se pode subestimar o potencial que Brasil reserva para se levantar em meio a todo o cenário que a atual gestão pública tem conduzido o país, mas também não se pode ignorar que este momento requer, de cada um, sensível observação e cautela financeira, se quisermos evitar que a crise instalada cause maiores danos às nossas contas do que podemos evitar.

Como poderíamos lidar com as nossas finanças, especialmente nesse final e início de novo ano? Abaixo, gostaríamos de sugerir algumas medidas preventivas que, certamente, exigirão muito menos que os resultados indesejados por ignorá-las.

01. Fiquemos atentos aos perigos que se escondem por detrás das ofertas.

É impressionante o quanto setor do comércio pressiona a população a desacreditar na realidade da crise. São propagandas exaustivas de ofertas em todo tempo e por todos os meios. Apelando para a compra, a obtenção, provocando o materialismo e a cobiça desenfreadamente. Tais propostas parecem ser interessantes, mas não nos esqueçamos que ao aceitá-las estamos assumindo também dívidas em tempos incertos para o emprego e para o rendimento familiar. Avaliemos bem o preço a ser pago ao nos permitir ser seduzidos por um sistema comercial que é egoísta, organizado para tirar o máximo de vantagem de cada um, independente do dano que causará às necessidades mais importantes, além de ainda incluir, impiedosamente, nossos nomes em instituições de cobranças como mau pagadores.

02. Não somos obrigados!

Sim, não somos obrigados a atendermos as exigências da nossa cultura, quando elas nos induzem à imprudência financeira. Ainda não entendemos porque muitos, em circunstâncias do Natal e Ano Novo, não se libertam da pressão de decorar a casa, prédios residenciais, instituições, etc., com lâmpadas que consomem imoderadamente, dia após dia, a energia elétrica e elevam o seu custo. Só neste ano, em algumas cidades brasileiras, o aumento das contas de energia chegou a 70% (www.valor.com.br). Também, não somos obrigados a gastar o que não “temos” com aquilo que não necessitamos porque todos trocam presentes no final do ano. E quem disse que somente com presentes demonstramos o carinho e a consideração por quem amamos? Nenhum deles é capaz de construir ou substituir o valor de relacionamentos saudáveis, baseados no amor e respeito. O melhor presente não é comprado por dinheiro algum, mas conquistado pela presença constante, apoio mútuo, mensagens carinhosas, confraternização com familiares e amigos, abraços verdadeiros e cooperação nos interesses pessoais.

03. Cuidado com as fraudes.

Com a renda extra no final do ano, proveniente do 13o. salário e férias, o brasileiro se torna alvo obstinado de criminosos virtuais, os quais agem com inteligência para invadir contas bancárias, instalar malwares em computadores que extraiam informações confidenciais, enviar e-mails fraudulentos em nome de instituições bancárias e lojas virtuais, websites falsamente desenvolvidos para capturar dados de cartões de crédito, mensagens para celulares, ligações maliciosas de pessoas/instituições de caridade que não se pode conferir a identidade e a legitimidade de tal ação por este meio, etc., tudo planejado para tirar vantagem de pessoas ignorantes ou distraídas da segurança eletrônica. Nunca atendamos a tais contatos sem antes verificarmos a origem e sermos assistidos por alguém que entende, no mínimo possível, os cuidados nestes casos. Não custa dizermos o quanto devemos evitar acesso a caixas eletrônicos a noite ou em regiões que apresentam pouco movimento de pessoas, e ainda sozinhos. Os bandidos andam a cada dia mais ousados, mas, em geral, atuam com a cautela por medo de serem presos, linchados e até mortos por suas iniciativas, por isso, tais conselhos nos previnem de perdermos o que tanto trabalhamos, honestamente, para conseguirmos.

04. O quanto podemos gastar no final do ano?

Bem, esta questão cada um de nós precisa pegar uma calculadora e começar fazer cálculos. Para começar, façamos um orçamento comparando receitas e despesas (fixas e variáveis) previstas, anotando com particular atenção todas as despesas que, anualmente, o nosso orçamento não suporta, fazendo-nos entrar em dívidas. Por exemplo: material escolar, IPVA (quem paga no primeiro semestre), IPTU, IRPF/IRPJ, regularização de dívidas contraídas no decorrer do ano... são algumas das prioridades que merecem atenção, antes de comprometermos a renda extra de final de ano com viagens, festas, presentes e decorações. Se quisermos evitar a angústia das dívidas e privações nas necessidades familiares básicas, precisaremos fazer economia no final do ano para não termos de viver em dívidas o ano todo. A renda extra pode ser a solução para um círculo viciado de contas que nunca se “fecham”.

05. Sem exageros.

A situação atual requer de cada brasileiro lucidez no uso das finanças, mais que em tempos passados. É claro que isso não significa dizer que devemos ser pessimistas, mas cautelosos. Não há necessidade de pânico e sim de prudência. Muitas autoridades políticas administraram muito mal, por corrupções das suas legítimas funções, as contas públicas e agora querem obrigar o cidadão de bem, o trabalhador incansável e honesto, que tanto já sofre com o descaso dos seus direitos, a pagar mais sob a imposição do aumento de impostos e juros. É muito triste toda esta experiência que estamos sendo submetidos, mas jamais podemos nos entregar deixando de curtir com a família aqueles momentos preciosos no final do ano e nas férias, acompanhados por algumas regalias que só podem ser experimentadas neste período. Não seria imprudente fazer alguns investimentos neste sentido, desde que não haja exageros por falta de consideração do momento em que vivemos e das exigências que ele nos impõe. O melhor a fazermos é nos contentarmos com o que temos, gastar somente dentro dos limites que possuímos e exercer paciência para alcançar o que pretendemos em médio e longo prazos.

Estes princípios se baseiam na sabedoria bíblica e são capazes de nos proteger de problemas financeiros que podem ser evitados previamente. A prioridade na vida daquele que considera a Palavra de Deus autoridade para guiar a sua vida, não é acumular riquezas e carregar o fardo das insatisfações (Ec 5:12), mas trabalhar honestamente, ganhar o que é justo por seu esforço e administrar seus proventos com equidade. Lembrando-se sempre que o Senhor é Aquele que nos dá o sustento!


Com amor.

Ericson Martins
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Notícia extra (08/12/2015): 
"Com orçamento apertado, famílias cortam gastos com decoração de Natal": http://folha.com/no1716051

Pais e filhos desobedientes


“Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” - Provérbios 6:20

Sem dúvida, o maior desafio dos pais para com os seus filhos é a educação. Naturalmente, o que desejam é ver os seus filhos crescendo moral e espiritualmente, sendo íntegros em seus relacionamentos. Como a família e o ambiente do lar é o princípio desta formação, os pais precisam ser exemplos de vida cristã, persistentes “professores” da Palavra de Deus, sabiamente protetores e firmes conselheiros. No entanto, precisamos admitir que, mesmo empreendendo intensos esforços nesta educação, muitos ainda enfrentam a dor de verem os seus filhos crescendo determinados a viver a sua própria maneira, atendendo as tentações deste mundo e envergonhando o ensino recebido. Como pais, o que devemos considerar?

1. Esforço sem culpa (Dt 4:9; Ef 6:4). O esforço dos pais é eficaz para formar a consciência do caminho que os filhos devem percorrer, mas não é eficaz para determinar que andem por ele, por muito tempo. A permanência neste caminho, dependerá das escolhas que eles farão diante de Deus, quando maiores. Neste sentido, a educação é limitada a educação. Os pais só podem educá-los para que, um dia, em plena consciência, confessem voluntariamente a sua fé em Jesus. Toda a educação necessita ser direcionada para este fim, confiando que somente Deus pode salvar.

2. Amor com limites (Pv 29:15; Hb 12:5-11). Os filhos jamais devem ser abandonados por seus pais, ainda que não consigam mantê-los próximos durante toda a vida. Apesar do comportamento desobediente os filhos continuam sendo filhos e necessitados do amor acolhedor dos seus pais. Não queremos dizer que amar é se conformar, ser passivo ou liberal na educação, mas capaz de definir limites que são toleráveis contra aqueles que não são, sob a norma da advertência, disciplina e até das amargas consequências que o comportamento desobediente ou ilegal não pode evitar. A tentativa dos pais de, persistentemente, evitar tais resultados da desobediência pode criar expectativa de impunidade e, por ela, motivação para permanecerem no erro. 

3. Persistência confiante (Pv 4:1-2). Por mais que os filhos decepcionem, furtando a alegria e prazer da sua companhia, os pais necessitam perseverar. Quando resolvem desafiar a autoridade dos pais, desprezando os seus conselhos e assumindo a desobediência, estes não podem ignorar ou subestimar esta “fagulha”. Pois, mais cedo ao mais tarde, podem se ver impotentes frente a um grande incêndio. Eles devem persistir com confiança, do início ao fim da educação que lhes cabe! O que fazer, depende de cada circunstância familiar, mas em geral, o princípio é persistir naquilo que ensinam e demonstrar compromisso com o que prometem. A quebra deste princípio gera um imenso dano na relação pais e filhos. É preciso persistir na oração, no ensino, no cuidado, na disciplina, no envolvimento, etc. e pedir ajuda de um conselheiro cristão. Assistir os filhos caminhando rumo a um abismo e não fazer nada é o maior erro que os pais podem cometer!

Que estas considerações sirvam como auxílio na nobre e árdua tarefa de educar os filhos, especialmente quando desobedientes.

Com amor.

Ericson Martins

Discipulado Bíblico (Vol. 3)


"... Uma obra séria, profundamente bíblica e prática ao mesmo tempo. O autor consegue conciliar profundidade teológica com piedade cristã. O leitor, ao longo desses estudos, será desafiado a uma reflexão bíblica, ao mesmo tempo, convidado à ação. Temas práticos e atuais, tais como mundanismo, depressão emocional, generosidade, ansiedade, mentira, controlando a língua, dentre tantos outros, são abordados, sempre à luz da Escritura Sagrada. Portanto, o Rev. Ericson não produziu uma obra apenas acadêmica, mas uma obra relevante e extremamente prática e útil. Estou convencido de que este livro será uma poderosa ferramenta nas mãos de Deus para encorajar a igreja brasileira a voltar à prática do verdadeiro discipulado."


Rev. Gildásio Jesus Barbosa dos Reis
Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Presbiteriano “Rev. José Manoel da Conceição” (SP), mestre em Educação Cristã pelo Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper, mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP) e doutorando em Ministério pelo Reformed Teological Seminary (EUA) – CPAJ (SP). É pastor na Igreja Presbiteriana do Parque São Domingos (SP). Atua também como Professor de Teologia Pastoral no Seminário Presbiteriano “Rev. José Manoel da Conceição” e capelão na Universidade Presbiteriana Mackenzie.


Lançamento previsto para janeiro de 2016, pela Editora Cristã: www.editoracrista.info

A morte e o eminente juízo


O que acontece após a morte física é um daqueles assuntos mais inquietantes na história da humanidade. Para uns, tal assunto envolve mistério e evoca sentimentos de medo, incertezas e até mesmo de desespero. Outros, simplesmente se recusam acreditar que existe consciência após a morte, sendo ela o fim da existência humana. Entretanto, a Bíblia esclarece, contra toda dúvida ou especulação, que a morte não é o fim, mas a passagem inevitável para uma realidade eternamente irreversível, tanto para o crente quanto para o incrédulo em Jesus Cristo (Ec 12:7; Hb 12:27). 

Quanto ao dia da nossa morte, só Deus conhece. A única certeza que possuímos é que este dia está chegando, é só uma questão de tempo. Firmemente, a Bíblia nos adverte a buscar o Senhor enquanto Ele pode ser achado e invocá-Lo enquanto Ele está perto (Is 55:6; 2 Co 6:2; Hb 2:3), pois veem tempos em que não será mais possível. Este é o tempo de crer em Jesus e de confiar na Sua obra redentora, abandonando o pecado e servindo a Sua vontade (2 Co 5:8-10), pois Ele é o único que pode destinar-nos para a vida eterna com Deus (Jo 10:28, 14:6; Rm 6:23; 1 Jo 5:11), mas condenar os que o negarem (Mt 3:11-12, 10:33, 25:46; 2 Pd 2:9).

Assim como Jesus (Lc 23:43) e Estevão (At 7:59), o apóstolo Paulo estava certo que logo após a morte o crente vai imediatamente para a presença de Deus (2 Co 5:8; Fl 1:21-23), onde todos são apresentados perante um tribunal (2 Co 5:10). Os crentes em Jesus já foram julgados pela obra na cruz, o seu pecado já foi julgado (2 Co 5:21), o que ouvem é apenas o pronunciamento da sua absolvição em Cristo (Mt 25:21-23). Quanto aos incrédulos e rebeldes para com Deus, estes ouvem a sentença irreversivelmente condenatória e são destinados para o sofrimento (Mt 25:24-30), cujo estado é de tormentos intermináveis.

Enfrentar a morte sem ter a vida justificada pelo sangue de Jesus Cristo é enfrentar a solidão Divina e de qualquer sinal da Sua bondade. A Palavra de Deus adverte esta geração para que creia em Jesus e se arrependa dos seus pecados, convertendo-se para uma vida de obediência à Sua vontade, pois o dia se aproxima em que não haverá mais possibilidade de arrependimento, e sim de juízo (Ap 20:11-15). O Evangelho significa boas notícias, quando o anunciamos estamos indicando o caminho da salvação, a esperança em meio ao caos que o pecado gerou. E esta é a boa notícia: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação” (Hb 9:27-28).

Se desejamos ser salvos da condenação por nosso pecado, creiamos no Senhor Jesus Cristo (Rm 10:9-13) e, então, seremos poupados da ira vindoura, tendo paz com Deus (Rm 5:1). Do mesmo modo, sirvamos a este mundo, anunciando as boas notícias, pois Cristo veio para sofrer toda a condenação no lugar daqueles que crerem e livrá-los do eminente juízo, sendo necessário ouvirem estas verdades, através da Palavra de Deus.

“O testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida eterna; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1 Jo 5:11-12)

Com amor.

Ericson Martins

A influência dos pais sobre os filhos


“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22:6)

A Bíblia é muito clara ao demonstrar o quanto os pais influenciam os seus filhos. Eles são dependentes dos pais para compreendem a vida, os seus limites e as responsabilidades que ela exige. Por ser complexa, eles não possuem, como crianças, discernimento seguro sobre o que é mau e o que é bom para as suas vidas. É neste sentido que aos pais é dada, pelas Escrituras, a responsabilidade de educar os seus filhos no caminho que devem andar. 

Por que os pais influenciam tanto os seus filhos?

1. Porque eles são os seus primeiros professores (Pv 3:1-3). As crianças possuem baixa capacidade cognitiva até, relativamente, seis anos. Nesta fase, o cérebro funciona como uma esponja, absorvendo informações, sem muito critério, que formarão a sua percepção do mundo, com valores e comportamentos. O que elas aprendem dos seus pais nesta fase pode impactar o resto das suas vidas. Muitos ignoram esta fase tão fundamental, pensando que as crianças não aprendem muito por serem crianças demais, mas discretamente montam um “quebra-cabeça” a partir de tudo o que ouvem dos pais. Por isso, não se deve subestimá-las, omitindo o ensino da Palavra de Deus, deixando de orientá-las no caminho que devem andar. Elas precisam formar uma base espiritual e moral tão sólida, para quando forem mais velhas, ao enfrentarem as maiores tentações do mundo, não se afastarem do caminho ensinado.  

2. Porque eles são os seus primeiros exemplos (Pv 4:1-6). Do mesmo modo que os filhos são influenciados por aquilo que ouvem, são influenciados por aquilo que veem em seus pais. Seria muito ingênuo pensar que o ensino depende apenas daquilo que se fala, e não daquilo que se faz do que se fala, pois o comportamento é orientado por modelo. Se expostas ao comportamento incoerente dos pais (palavra vs. exemplo), a criança tende a perder a segurança nele e a buscar outros modelos, como: irmãos, avós, amigos e até gente famosa no mundo. O exemplo é um elemento de autoridade, se os pais falam, estabelecem as regras, exigem, etc, mas se não são firmes exemplos do que ensinam, perdem a grande chance de influenciarem positivamente os seus filhos. É possível as crianças admirarem o conhecimento dos pais, mas no futuro não desejarem seguir os mesmos caminhos de vida cristã que percorrem. 

Os pais só podem dar aos filhos aquilo que possuem. Sendo assim, é preciso que os pais se encham da Palavra de Deus para serem capazes de ensinarem os seus filhos. Em segundo lugar, transformarem todo o conhecimento adquirido em um irrepreensível exemplo de vida, o qual influencia muito mais do que imaginamos. A vida cristã dos pais precisa ser contagiante, marcada por compromisso, principalmente nas “pequenas” responsabilidades dentro de casa, no exercício dos relacionamentos, e na obra de Deus.

Ensinar os filhos no presente não é fácil, mas é recompensador no futuro!

Com amor.

Ericson Martins

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