“Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites?” (Sl 8:3-4)
Com ampla repercussão na imprensa internacional, acompanhamos a recente retomada da exploração lunar, conduzida pela NASA, cuja missão foi denominada Artemis II. Essa extraordinária missão obteve informações valiosas e imagens impressionantes da Lua, nunca antes vistas pelo homem.
Todo o avanço tecnológico, particularmente voltado à exploração espacial, evidencia a grandiosa capacidade intelectual humana de projetar e realizar, ao mesmo tempo que revela suas limitações. Mesmo ao deixar a Terra, adentrar o vasto espaço, orbitar a Lua e retornar, o ser humano continua dependente de condições extremamente frágeis para sobreviver.
É nesse contexto que o Salmo 8:3-4 ecoa, pois o salmista, ao observar a imensidão dos céus, reconhece a pequenez humana, sendo conduzido a uma postura de reverência diante das obras tão maravilhosas da criação, como a lua e as estrelas.
O mesmo salmista, Davi, no Salmo 19:1, ensina que o universo proclama a glória do seu Criador, exaltando a grandeza de Deus e do seu poder, sem reter para si qualquer glória. Ao chegar à Lua, pela segunda vez, e contemplar a Terra a partir do espaço, isso apenas reafirma a nossa percepção bíblica da criação e da glória do Criador. Deus é infinito em poder e sabedoria.
O ponto central não está em até onde o homem pode chegar, mas em como ele interpreta o que encontra.
Rev. Ericson Martins
















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