Eu não sou Charlie Hebdo!!!


Aqui está o absurdo a que chega o que a Revista Charlie Hebdo chama de "humor": uma sátira profana contra o Deus Triúno. Detalhe: note o que adjetiva o nome da Revista - "Journal Irresponsable"


EU NÃO SOU CHARLIE HEBDO!!!

1. Porque as suas caricaturas de Maomé, dentre outras personalidades religiosas centrais no mundo, respaldam a intolerância aos princípios que orientam o Islamismo, como de outras religiões;

2. Porque nenhuma piada é ingênua ou sem objetivo, elas carregam sempre uma intenção além de simplesmente "fazer rir". Com piadas é possível tanto descontrair uma pessoa quanto ofendê-la profundamente, quando não a afasta da boa convivência social ou a mergulha em preconceitos injustos. Por isso devem ser delimitadas pelas leis que garantam e protegem os direitos civis de países democráticos. Quando uma charge é publicada para satirizar o que determinado grupo considera "sagrado", ela endossa a ignorância, a ofensa e o ódio, disfarçados de humor, e isso sim é intolerante. Não se trata de falta de humor, mas de humor que falta limites;

3. Porque a "liberdade de expressão" não é livre para se expressar como se pensa. No ano passado um grupo de torcedores gremistas chamou de "macaco" o goleiro Aranha e todo o time foi punido por ter violado leis que regulam tais manifestações. Porque a impressa nunca é livre das leis e está sujeita à elas - aliás, a chamada "liberdade de expressão" é definida pela Constituição Brasileira sob diversas condições, a maior delas é a "inviolabilidade à liberdade" (Art. 5), implicando que ela só existe quando não viola a liberdade do outro. Charlie Hebdo acostumou-se com a liberdade de violar a liberdade do "outro" com piadas que insultam e desafiam o direito das religiões (também) de preservarem as suas autoridades e as suas doutrinas mais sérias.

4. Porque à semelhança de determinados canais de "humor" no YouTube e de apresentadores "humorísticos" na TV, essa Revista defende para si o direito de humilhar, ofender e sedimentar preconceitos na sociedade por trás do rótulo da "brincadeira de criança", e inconsequentemente faz crescer a intolerância contra o Protestantismo, Catolicismo, Islamismo, etc, e legitima a ignorância. A exemplo disso, a primeira Revista publicada logo após os atentados terroristas, apresenta uma charge de uma mulher com burca (traje típico no mundo árabe por influência do Islamismo), levantado por ela mesma e expondo as suas genitais. Não podemos deixar de observar que existem "brincadeiras sem-graça", e elas sempre fazem mais mal do que bem.

"Poor Elton John, Jésus Était Homosexuel" = "Pobre Elton John, Jesus era homossexual"

Não incentivamos qualquer forma de terrorismo, de violência. Um erro não justifica o outro. Os terroristas deveriam usar a sua inteligência para "atacarem" com argumentos, nunca covardemente com armas!!!


Ericson Martins
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