Novo ano, nova oportunidade



Porque para todo propósito há tempo e modo;
porquanto é grande o mal que pesa sobre o homem
Eclesiástes 8:6

            Estamos no limiar de um novo ano. A maioria das pessoas nesta ocasião espera que o novo ano seja uma nova oportunidade de mudar hábitos a fim de alcançar seus propósitos, após uma tentativa de compreender o futuro. Em razão disto, promessas são feitas e compromissos são firmados, sem, muitas vezes, a consciência das suas verdadeiras exigências, motivo porque boas intenções são seguidas por histórias de promessas e compromissos não cumpridos.

            Há muitas coisas que o homem não sabe, a maior delas é o seu futuro. A Escritura declara que para todo propósito há tempo e modo. Sua maior angústia ou o grande mal que pesa sobre o homem é não conseguir discernir plenamente o tempo e ainda mais o modo em que os propósitos se estabelecem, porque somente Deus sabe o significado das Suas próprias ações (Ec. 8:17) na história e ninguém pode dominá-las (Ec. 8:8). Não ter controle do tempo e o modo de estabelecer um propósito no futuro é angustiante para o homem, porque ele prefere controlar seus próprios interesses a serem confiados ao tempo e ao modo estabelecido pelo propósito de Deus.

            Entretanto, o homem não sendo capaz de discernir plenamente o futuro, o tempo e o modo dos propósitos preestabelecidos por Deus, não o isenta das responsabilidades que possui na vida moral, familiar, profissional, acadêmica e, especialmente, espiritual. Portanto, este momento não deixa de ser uma nova oportunidade para refletir no ano que se finda a fim de descobrir quais expectativas construídas nele podem ser transferidas para o próximo, e quais procedimentos devem ser renunciados. É momento para se fazer um balanço entre o ideal e o real, entre o desejo e a prioridade, entre ser e o realizar. Neste sentido, enquanto o tempo e o modo no futuro são desconhecidos, o tempo e o modo no presente são vividos com consciência. Ciente disto, recomendo duas reflexões bíblicas abaixo para o novo ano, sendo elas novas oportunidades de melhorar a qualidade de vida na perspectiva cristã:

            (1) Administre bem seu tempo (Sl. 90:12; Ec. 3:1-8; Mt. 6:25-34). O tempo não pára e cada hora desperdiçada representa uma oportunidade perdida. Detecte quais são as fontes de distração e elimine-as. Use o tempo sabiamente e com discernimento (Ef. 5:16). Valorize-o equilibrando necessidades. O trabalho e o estudo são importantes, mas não mais que o relacionamento familiar (1 Tm. 5:8), cuidado com a saúde e, acima de tudo, sua vocação como discípulo de Jesus num mundo cada vez mais egoísta. Invista tempo para cuidar de você sem esquecer dos que estão sofrendo ao alcance da sua capacidade de auxílio. O maior sucesso pessoal se vê naqueles que investimos.

            (2) Administre bem suas finanças (Pv. 3:27-28, 12:11; Ec. 5:8-20; Mt. 25:14-30; Lc. 12:15). As tentações materiais de fim de ano seguem os passeios de férias e retorno à Escola/Faculdade em janeiro, além de diversos impostos a partir de março. Evite gastos excessivos neste final de ano, faça economias sábias para enfrentar o semestre de débitos mais difícil do ano (Gn. 41:47-50; Pv. 21:20). Gaste somente o que tem, se possível, fuja do cheque especial e cartão de crédito (Pv. 22:26-27). Faça um orçamento anual (se não sabe, peça auxílio) e seja rigoroso em cumprir. Alguns chamam isto de ansiedade, mas o planejamento na vida do cristão é bíblico (Lc. 14:28-30) e o protege de mal testemunho.

            Concluindo, neste novo ano você tem uma nova oportunidade de melhorar sua conduta cristã no tempo e no modo de administrar suas necessidades no presente. Esta responsabilidade é humana, intransferível e dignamente necessária. Faça planos, contemple o futuro, crie expectativas, esforce-se, trabalhe duro, agende e cumpra horários, economize,... contudo, esteja ciente que o propósito mais profundo na vida somente Deus o pode estabelecer (Pv. 16:1) e, portanto, deve submeter a Ele com alegria tudo o que almeja para o ano vindouro.

            Com meu amor e desejando um feliz 2012,


Rev. Ericson Martins
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Paz dentro de casa



Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.
Gálatas 6:22-23


            As Escrituras revelam que o fruto do Espírito é paz! Todos nós necessitamos dela, visto que a história do homem sempre esteve envolvida na realidade do conflito consigo e, sobretudo, com seu Criador. Tal conflito cria uma terrível tensão persistente em suas diversas relações. Por falta de paz ele experimenta conflitos constantes no ambiente profissional, acadêmico, eclesiástico e familiar ao ponto de abandonar o trabalho, o curso, a comunhão e o casamento. É justamente por crises semelhantes a estas que muitos perguntam: Como é possível ter paz dentro de casa?

            Primeiro. Tendo paz para com Deus, sem a qual se mantém eternamente cativo no conflito com a santidade, amor e justiça. Este conflito evidencia-se pelo pecado (1 Jo. 1:7). No entanto, Deus providenciou um meio de salvá-lo deste estado através do sacrifício de Jesus. O homem que for persuadido pelo Evangelho a crer e se arrepender dos seus pecados é salvo para ter paz eterna com Deus. Como esta paz afeta os demais relacionamentos? O homem que almeja ter paz no casamento, na família, deve tornar-se, por obra do Espírito Santo, verdadeiro cristão para agir como cristão. Então, a paz que é fruto do Espírito o fará lutar incansavelmente para ter paz dentro de casa e não fora dela.

            Segundo. Tendo paz consigo. Todo homem vive um grande conflito dentro de si. Ele quer o bem, mas faz o mal. A maioria das crises familiares eclodem por desajustes internos, como: culpa, egoísmo, baixa autoestima, orgulho, medo de responsabilidade, ira, ansiedade, etc. Por não saber lidar com estes desajustes internos, extravazam suas frustrações e fracassos no ambiente familiar. Sem paz com Deus e consigo mesmo, o homem não consegue ter paz dentro de casa. Jesus prometeu uma paz interior que pacifica as relações (Jo. 14:27). Ele forneceu uma perspectiva, a partir da eternidade, que corrige nossos desapontamentos terrenos ao recebermos os benefícios da Sua redenção. Somente em Cristo, pela ação do Espírito Santo, a natureza humana é curada dos efeitos do pecado.

            Precisamos reconhecer na aliança de Deus que Ele é a fonte e mantenedor da paz (Is. 45:10, 13). Ele produz paz dentro de casa pacificando pessoas individualmente, e estes com os outros. Jesus disse que os filhos de Deus experimentam alegria como pacificadores (Mt. 5:9). Paulo disse que a paz de Cristo é árbitro no coração dos crentes (Cl. 3:15). Aqueles que têm o Espírito Santo devem deixar a insolência e agir como conciliadores. Numa casa assim, a paz prevalece! Deus prometeu: “O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre. O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranquilos, ainda que haja saraivada, caia o bosque e seja a cidade inteiramente abatida” (Is. 32:17-19).

Com meu carinho.


Ericson Martins
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Glória a Deus nas Alturas


Nomes são significativos na Bíblia, e um dos maiores exemplos encontra-se na mudança que Deus fez no nome de Abrão para Abraão, porque ele seria “pai de numerosas nações” de acordo com a aliança divina (Gn. 17:5). Mas de todos os nomes bíblicos, o mais importante está associado com o Redentor que recebeu o nome de JESUS (Mt. 1:21, gr. Iesous), cujo significado original é: “Jeová é salvação” (hb. Yehowshu`a). Entretanto, outros nomes lhe é atribuído na Bíblia e cada um revela algo da Sua natureza e caráter. Isaías 9:6 diz: Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; ...”.

O profeta Isaías (hb. Yesha`yah, “Jeová salvou”), cerca de +/- 750 a.C., profetizou à Judá a sua salvação, mesmo antes do cativeiro da Babilônia: “... um menino nos nasceu, um filho se nos deu ...” (9:6). Essa criança seria o Salvador das trevas (9:1-5) por um governo soberano e justo (9:7). Portanto, os nomes aplicados a Ele nesta passagem pretendem indicar seu ser e caráter. O pensamento do texto é que esse menino é digno de receber tais nomes: (1) Maravilhoso, porque seu ser ultrapassa o pensamento e a razão humana ao tentar descrevê-Lo plenamente. Ele é tão magnífico e majestoso, santíssimo e cheio de glória que toda a criação deve prostrar-se diante dEle e adorá-lo. Ele é descrito também como Conselheiro, porque Ele é a fonte suprema de toda a sabedoria, não necessitando de conselheiros ou assessores, virtude esta exclusivamente divina. (2) Deus Forte. A palavra “Deus” aqui é ‘el, uma denominação de Deus em distinção do homem. Não é um menino comum, é Deus e seu ser distingue dos ídolos adorados na terra: “Forte”. Sua força é impetuosa, nada e ninguém pode impedir Seus propósitos porque é força de Deus. Nenhum governo humano pode ser comparado por tamanho poder e fidelidade! (3) Pai da Eternidade. O Messias agora é chamado de Pai, pois relaciona-se com Seu povo que são Seus filhos, gerados por Ele na eternidade. O Messias é eternamente Pai para Seus filhos, porque Ele cuidou das suas necessidades e lhe garantiu salvação eterna. (4) Príncipe da Paz. Os governos humanos se estabelecem por meio das guerras. No mundo qualquer nação ávida por soberania tem de enfrentar a morte; porém, Judá (representação da Igreja) tem um Príncipe que a estabelece por caminhos de paz. E paz na Bíblia é muito mais que ausência de guerras, é a vitória sobre o pecado. Não se trata da condição externa, mas da condição interna. Paulo escreveu aos romanos: Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm. 5:1). Enquanto o homem estiver desprezando o pecado, o arrependimento e a conversão dos seus maus caminhos, ele não terá paz com Deus que só é estabelecida pela justificação em Jesus, mediante a fé.

O menino nos nasceu e Ele é Jesus, o Cristo, aclamado como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Volte-se para Deus arrependido, confiando na obra que Jesus realizou na cruz para sua salvação eterna! Atos 4:12 diz: E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”.

Ele é Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz. Glorifique o Seu nome nas alturas, hoje e sempre!!!

Com meu carinho.



Ericson Martins
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Pedro nega Jesus



"PEDRO" NEGA JESUS


Mensagem em áudio disponível para ser ouvida, fazer download, enviar por e-mail ou compartilhar em Redes Sociais.

Ouça e compartilhe com seus amigos e familiares.

Um grande abraço!!!


Ericson Martins
contato@brmail.info




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O natal de Cristo foi assim

Mensagem em vídeo



Para ouvir a mensagem com melhor qualidade e fazer download, acesse:
http://pipg.org/index.cfm?p=sermon&i=39579
Tempo: 00:27:29

Conheça o website da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia:
http://www.pipg.org


Ericson Martins
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